Ações já realizadas

Em 2023, nos 20 anos da Lei 10.639, realizamos com o projeto “Sua escola é (anti)racista?” 14 ações com escolas públicas, articulando formação sobre racismo para professores e atividades artísticas e culturais. Um total de 1018 pessoas participaram diretamente.

Confira algumas de nossas ações:

Uma das primeiras ações presenciais do projeto em escolas foi de Hip-Hop na EMEF Prof Renato Antonio Checchia e Samba na EE Raul Cortez, São Paulo, capital

Roney Cruz, integrante do grupo Monarckas, em atividade sobre Hip-Hop com estudantes do 7º ano na EMEF Prof Renato Antonio Checchia. Ao total foram 3 encontros e 180 estudantes.

“Na quadra da escola de samba é onde pessoas de diversas na raça/etnia, gênero e classe/profissões podem brincar e se divertir. E é também na diversidade nos samba enredo que a Escola de Samba pode falar sobre a questão do racismo na sociedade” (Claudio de Souza, compositor)

Diretora, professores e estudantes da EE Raul Cortez em atividade sobre Escola de Samba e Racismo promovida por Claudio, Bernadete e Guilherme Valle da Escola Unidos do Peruche.

Ao total foram 3 encontros e 90 estudantes

O Sarau da Brasa, um sarau da periferia de São Paulo, também chegou junto com a gente e realizou uma atividade sobre poesia na EMEF Prof Renato Antonio Checchia com 85 estudantes e 10 educadores

Samanta Biotti recitando poesia em atividade para estudantes do Ensino Fundamental II.

E as atividades não pararam por ai, tivemos uma ação de dança do ventre com enfoque no empoderamento feminino negro na EMEF João Ribeiro de Barros, localizada na zona leste da capital de São Paulo

Professora de dança do ventre Shirlei da Cunha na EMEF João Ribeiro de Barros, São Paulo, em atividade teórica e prática com 50 estudantes.

“Foi um importante momento para falar de história cultura, empoderamento feminino, protagonismo de mulheres negras e do Movimento Belle Black que ressalta o papel da mulher negra dentro da dança do ventre no Brasil” (Shirlei da Cunha)

Escolas de outras regiões do país receberam também ações, como foi o caso do CE Clarindo Santiago, em São Luís, Maranhão, que tiveram 5 encontros sobre cultura e história afro-brasileira através do Bumba Boi de São Simão. 

Atividade do Bumba Boi de São Simão com Allisson (cantador e coreógrafo) e Ranges (chefa das índias) no CE Clarindo Santiago em São Luís, Maranhão.

“A palavra que resume esse ano é empoderamento” (Professora Paloma Sa de Castro)

No mês da Consciência Negra foi a vez da EM Engenho da Praia em Macaé, Rio de Janeiro, receber a Associação Cultural Mundo da Capoeira Do Mestre Kib para uma atividade de capoeira com 50 estudantes e 7 professores.

Oficina de Capoeira com Mestre Kib e estudantes da EM Engenho da Praia

Houve também formação com professores e atividades com estudantes sobre racismo e tema étnico racial nas escolas EMEF Jardim da Conquista e EMEF Fernando Gracioso da capital de São Paulo.

Atividade do Profº Drº Odair, autor do Atlas da África, com professores da EMEF Jardim da Conquista localizada no extremo norte da capital de São Paulo

“Com a parceria do projeto pudemos desenvolver com atividades a implementação da lei 10.639 na Segunda Semana Marielle Franco da escola” (Professora Clelia da EMEF Jardim da Conquista)

Atividade do professor e autor do livro "Avaliação dos 15 anos da lei 10.639/2003", Jorge Luís Felizardo, com 20 educadores da escola EMEF Fernando Gracioso